quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Pré-natal e primeiros exames.

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“Podia me dizer por favor, qual é o caminho para sair daqui? - Perguntou Alice.

- Isso depende muito do lugar para onde você quer ir. - disse o Gato.

- Não me importa muito onde... - disse Alice.

- Nesse caso não importa por onde você vá. - Disse o Gato. - ...contanto que eu chegue a algum lugar. - acrescentou Alice como explicação.

- É claro que isso acontecerá.

- Disse o Gato - desde que você ande durante algum tempo.




E assim, a Alice aqui iniciou a sua jornada mergulhando de uma vez por todas na “toca do coelho”.

Achei tão linda a analogia com a fábula de Alice no País das Maravilhas - Lewis Carroll, que não resisti em adotá-la pra mim nesse período mágico da minha/nossas vidas!risos...


E fui eu a minha primeira consulta...


Estava tendo uma dificuldade imensa em agendar com um gineco que exercesse a obstetrícia. Logo percebi que obstetra é espécie em extinção. Pois, a maioria não exerce mais, se focando só na ginecologia, e os que ainda se aventuram nesse ofício de trazer ao mundo gente nova, estavam lotados até os meses seguintes, independente de serem pelo plano, pelo SUS ou particular.

Enfim, consegui vaga com meu jeito peculiar de persuasão [risos] com um do meu plano mesmo, e marquei para um dia de semana minha 1ª consulta pré-natal. Vivendo, engravidando, e aprendendo... Antes tivesse marcado por sábado pela manhã, que é outro horáriuo que ele atende, muito mais tranqüilo, porque ao chegar lá um mundo de grávidas aguardavam o mesmo que eu: atendimento médico.

“Tudo aqui é maluco! – disse o Gato de Cheshire a Alice.”


E não é que ele tava certo! risos... Vi de imediato que gravidez é momento dos mais maravilhosamente insanos e que a única louca nesse novo mundo não era só eu!kkkkkkkkkk... Muitas tinham mais dúvidas e medos que eu, outras já estavam num estágio mais avançado da jornada. Mas, que bom: eu não estou sozinha mesmo nesse caminho!!!

E o Sr. Gato apareceu, alto, gordinho, alvo, loiro e com cara de pediatra mais que qualquer outra coisa. Um médico com ares de aconchego, entende? Fui a 8ª a ser atendida e a consulta nem foi tão boa assim. Mas porque a louca aqui ficou tão ansiosa para tagarelar sobre tudo e mais um pouco que tinha dúvida que esqueceu 80% das perguntas. Além disso, o Sr. Gato é muito tranqüilo e prático, ao contrário da ansiosa Alice que foi pedir sua ajuda. risos...


Ele olhou os exames e disse que estava tudo normal. Confirmou a receita do Dramin e prescreveu o Buscopan Plus para caso as cólicas voltassem, ou, Paracetamol caso eu tivesse dores de cabeça. Receitou ainda o Materna que é um suplemento específico para grávidas com várias vitaminas e nutrientes; e elogiou eu já estar tomando o Ácido Fólico, que evita algumas más formações congênitas. Olhou a ultra, (que fiz com 6 semanas) requisitou outra para eu fazer no mês seguinte, vaticinou que estava tudo bem com o embrião e solicitou hemograma, lipidograma, glicose e leucograma. Como eu já havia feito com o pedido da minha prima (médica) transcrito pelo médico que me atendeu na urgência, ele só olhou o resultado e constatou uma anemia. Mas disse que ela era anterior a minha gravidez e ainda me tranqüilizou, pois eu achava que meu colesterol alto era algo preocupante, dizendo:


“- Hum... Nada! Toda grávida tem colesterol alto, mocinha. Procure relaxar.”

[“mocinha”?! ponto pra ele!kkkkkkkkk...]


Fui embora aliviada e remarquei a próxima consulta mais feliz ainda quando ele me informou que seria o platonista oficial da urgência do hospital grande que eu fiz aquela saga, lembram?!uhuuuuuuuuuu...


E ainda me deu o número dele e afirmou que não teria problema se o(a) baby nascesse no carnaval (o que ocorrerá, provavelmente, pelos cálculos-doidos que dele!risos...).


Falei: “- Hum... inté, Dr.!” – e segui.


Continuo seguindo...


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Para quem não tem noção dos exames que vai fazer, eles incluem:

· Hemograma, leucograma, plaquetas, lipidograma, glicose, citologia oncótica: exames labotoriais de rotina.

· Sorologia:

Ø VDRL: “testagem” de sífilis.

Ø Toxoplasmose: IgC (para saber se já houve contato com o vírus, cujo resultado é ideal que seja reagente); IgM (para saber se há vírus “ativo” – doença, presente, cujo resultado deve ser negativo).

Ø Rubéola: IgC (o mesmo resultado ideal do anterior); IgM (o mesmo resultado ideal do anterior).

Ø HIV: pesquisa de antígenos e anticorpos do HIV para averig6uar a presença do vírus, ou seja, se é ou não portador do HIV, cujo resultado ideal deve ser negativo.

Ø HBsA: pesquisa de hepatite A.

Ø HBC (IgC e IgM): pesquisa da hepatite B, cujos resultados ideais devem ser os mesmos da Toxoplasmose e da Rubéola.

Ø HBs: Hepatite B, cujo resultado pode ser negativo, ou, reagente para quem já foi vacinado, pois este teste está mais ligado a isto.

Ø HCV: Hepatite C, cujo resultado ideal deve ser negativo.

Ø HTLV: um vírus “primo” do HIV, mas diferente dele, que, contudo, requer pesquisa pois as grávidas infectadas devem se abster da amamentação para não infectarem o bebê; o resultado ideal deve ser negativo.

Ø Ultrassonografia gestacional da Translucência Nucal: feita para averiguar o grau de probabilidade de má formações congênitas, dentra as quais se inclui a síndrome de down; realizada entre a 11ª semana e a 14ª, mais ou menos. Mas esta fica para outro post porque fiz depois.

Beijos nossos.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Enjôos e mudança de humor na gravidez.

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E por volta da 8ª semana (2 meses)...


Após a superação das cólicas, aquilo que eu nem fazia idéia começou a se tornar um verdadeiro pesadelo: os enjôos matinais.

Comecei a acordar de manhã e, em vez de dar bom-dia pro espelho, a encarar o novo [ini]migo: o Sr. vaso sanitário. Horrível essa fase que pensei não ia ter mais fim!

Sabe quando você não consegue vomitar nada porque toda a comida que foi ingerida no dia/noite anterior já não existe mais nas suas entranhas e só sai “água”, ou seja, tipo coisa de ressaca? É assim! Fora que o Dramin é um medicamento que não resolve grande coisa dos enjôos e também dá um sono incontrolável que compromete a atenção no volante de quem precisa dirigir várias vezes ao dia. Além disso, se minha pressão já era baixa, agora mais ainda por conta da dificuldade em segurar o alimento e da própia medicação. Isto acaba por dar fadiga e dor de cabeça, além de uma certa azia.

Tem humor que resista?! Não tem não!!!

E toda aquela alegria de passar meses e meses sem menstruar se esvai quando você começa a perceber que se instalou em você uma “TPM constante”! risos...

O difícil daí pra frente é conciliar a compreensão com a fatídica incompreensão do namorido que não tem a menor noção do por que da sua mudança. E não vai ter de um modo tão bom assim, sabe por quê? Porque ele é homem, meobein! Não adianta forçar a barra.

O jeito é você “bater o pé” pra quem está ao seu redor com aquela frase pronta de “gravidez não é doença” e dizer: “-Não, não é. Mas é fase especial que só quem engravidou e é solidário entende que há períodos onde o rendimento da pessoa diminui, incluindo paciência!” E se tiver férias acumuladas, tire uns 15 dias, pelo menos. Ou, se fizerem “jogo-duro” explique que você pode até pedir licença, porque é um direito que tem, ou do contrário, que as pessoas se acostumem em te ver botando os bofes pra fora a qualquer momento do dia. Caso isto seja a escolha dos que te cercam, você terá duas certezas: 1. Que você está cercada de possíveis sádicos; 2. Que você está cercada de possíveis burros, que preferem ter uma funcionária inconveniente e que não rende a dar-lhe o tempo que precisa para retornar com a competência que lhe faz alguém produtiva no seu trampo.

No meu caso, minhas férias de 15 dias foram concedidas. risos...

O complicado nessa fase foi que não se pode tirar férias do namorido. Kkkkkkkkkkkk... Mas isso é assunto pra outra publicação. Contudo, a dica é explicar a ele em analogia: “-Amor, imagine que você esteja de ressaca todo dia sem ao menos ter bebido. Sei que não estou doente, mas me diga como é essa sensação! Agradável não?!”. Comigo não resolveu muito... risos... mas já é um começo!kkkkkkkkkkkkkk...



Quanto a como amenizar os enjôos, sinceramente, não tem muita alternativa. Além do ínfimo que é se alimentar 6 vezes ao dia, o que não evita os enjôos mas mantém suas forças, pelo menos... O jeito é ter paciência e esperar até o 3º mês, ou 12ª semana, em média para eles melhorarem significativamente, e EU sei o quanto isso é difícil, ao contrário de muita gente que menospreza o que você possa estar passando! Você pode ainda cuspir sempre que puder pra evitar que a saliva engolida lhe enjoe mais, não escove os dentes antes de tomar o dejejum (apenas faça um bochecho com água), evite comer em grandes quantidades por mais fome que tenha, não vá dormir de barriga cheia e faça um lanchinho leve (fruta, tipo laranja ou uvas) antes de ditar. Mas, não se iluda, tudo isto não faz passar os enjôos; só os ameniza! Por isso, a dica para quem trabalha é uma pausa momentânea nas atividades, seja por licença, seja por férias mais curtas no final do 2º mês (10ª/11ª semana). Caso as coisas piorem muito e não se consiga alimentar adequadamente, vá correndo pra urgência ou pra o seu médico, se já o tiver. Pois, existe a alternativa do Plasil, que não dá sono, mas... em mim deu um pouco de agitação periférica (pernas). Portanto, algo a ser pensado.

Beijos nossos.



sábado, 15 de agosto de 2009

Cólicas na gravidez. nidação e a saga do “Abre-te Sézamo!”: negocinhos nada bão!

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Então, após muitas emoções... eis que vieram outras (e mais tantas que virão!risos)!

A segunda (ou seria a décima quarta?) coisa que fiz foi informar no trabalho sobre meu novo estado de espírito-físico. E veio a primeira (ou seria a segunda) constatação de que eu estava mesmo grávida: famigeradas cólicas!

Não eram tão fortes assim, mas eu nunca tive grandes dessas dores abdominais na vida, então... sabe como é: marinheira de primeira viagem, amigas/colegas/parentas alvoroçadas só fez tudo isso piorar psiquicamente meu estado físico [?]. E veio a seguinte nóia (foram tantas até agora que é melhor eu não fazer contagem!risos)...

Pensei que podia ser algo errado, visto que nunca me avisaram dos detalhes-gestacionais, coisa que pretendo fazer por aqui para as que, como eu, vivem rodeadas de mães “super-cúmplices”, as quais adoram dar pitaco em tudo, diagnosticar tudo mas não te avisam de nada! Liguei pra minha prima e madrinha que é médica e ela me mandou ficar com as pernas para cima e evitar subir escadas. Bom, melhor seria não ter ligado porque moro no primeiro andar da minha casa, dirijo cerca de 50km de um trampo para outro a semana inteira, portanto ficar de pernas pra cima no trabalho não ia ser nada profissional!

Fui foi pra urgência: outra complicação!

Ø “Lá vou eu de novo, um tanto assustado com Ali Babá e os quarentas ladrões. Já não querem nada com a pátria amada e cada dia mais enchendo os meus botões!”:

Cheguei no maior hospital geral daqui e me disseram que não poderia ser atendida porque o tal do obstetra de plantão não se encontrava na urgência. [Pra que ele é plantonista, me digam?! Ou melhor: fiz plano de saúde pra quê?!]


Ø “Lá vou eu de novo, brasileiro nato, se eu não morro eu mato essa desnutrição. Minha teimosia, brava de guerreiro é que me faz o primeiro dessa procissão!”:

Segui para a urgência do plano e o médico, muito simpático, que me atendeu era clínico, o que logo pôs mais um obstáculo no meu caminho: não receitou nada porque eu estava grávida! [Sim, mas... risos... por isso que fui à urgência, ué: porque estou grávida!!! ] A muito custo ele requisitou a primeira ultra para averiguar a integridade do embrião.


Ø “É isso aí. E vamo nós de novo, vamo na gangorra no meio da zorra, desse vai-e-vem.”:

Voltei mais tarde, quando meu namorido havia chegado do trabalho, ao hospital grande e... O médico não havia chegado, pode?! Aff... Corro pra outra maternidade bem mais longe da minha casa, mesmo porque tinha saído uma aguinha roseada durante a tarde. Para alívio nosso (dos 3!) não era nada mais nada menos que nidação e cólicas gestacionais normais. [Ufa! Ainda bem que eu sou brasileira e não desisto nunca! Né?!]


“Fecha a porta! Abre a porta! Eu disse: - Abre-te Sézamo!”


Para quem, como EU, não sabe do que possa vir a enfrentar de supetão, a nidação é quando o embrião migra para a parede do útero se fixando lá, não raro atrelada às cólicas que nada mais são que o útero se expandindo para abrigar o serzinho; e pode ocorrer sangramento junto. Se for fraquinho, tipo rosa ralinho como o meu, não precisa entrar em pânico. Mas se for mais forte, deve-se correr logo para o hospital!

Mas, a maior lição disso tudo é que, realmente, “de médico e louco todo mundo tem um pouco”! E que santo de casa (às vezes, nem da rua também, né?!) faz milagre. Com o povo que nos cerca não vai ser diferente e você cair nas mãos dessa equipe se quiser. risos... Só um médico competente (em serviço) pode te dar garantia de que algo vai bem ou não; ninguém mais (a não ser o Raul!kkkkkkk...).

E a coisa mais legal que reafrimei em mim foi a da minha perserverança/garra na hora de defender os interesses do(a) nosso(a) baby! Foi a primeira vez que me vi como uma mãe de verdade!!!

Quando você percebe isso em você, tenha certeza, você se encontrou na sua maternidade.

Beijos nossos.

[P.S.: Trechinhos aspeados e em itálico da música do Raul, quem bem poderia ter sido a trilha sonora da nossa saga “Abre-te Sézamo!”]

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Positivo, finalmente!!! Positivo?! Eita, é positivo...

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Bom, nosso relacionamento passou por etapas (se é que ainda não passa, como qualquer outro!): ficantes, namorantes, namorados, namoridos. Como somos duas pessoas que não têm a menor habilidade para gravar datas (níver dele eu sempre me confudo, diga aê!), resolvemos que a melhor data para comemorarmos seria o dia 12 de junho. Quer data melhor para não correr risco de desmemorização que uma festiva dos namorados?! Pois bem...

Lá fomos nós, este ano (2009), comemorar o nosso níver 12 de junho numa viagem a dois. Mas, tinha um porenzinho num sabe: a data comemorativa da senhora-dona-menstruação era 14/15 de junho. E ninguém merece ir pra um fds especial a dois ao molho pardo! Pois então...

Como toda boa moça-inesperiente, resolvi tomar 1 comprimido nos dias de 12 a 14 para adiar a visita da infame. E foi tudo limpeza, literalmente (se é que me entendem).

Só que, era pra infeliz vir até 7 dias depois de ter parado o comprimido, mas ela não veio, pode?! Pois é. Foi então que pensei em ir pro médico para saber o que se sucedia. Lembrem-se: eu desencanei, tava nem aí se tinha engravidado, mas... nem tão nem aí assim. Enfim...

Não precisei ir ao médico. No dia 22 de junho fui fazer um exame de sangue pra atestar que eu não estava grávida. Lindo foi a cena pra pegar o exame:

“- Moça eu vim pegar meu resultado do beta, por favor.” Falei para a atendente simpática.

“- Senhora,” - às vezes, as pessoas são educadas demais!, “tenho que abrir pra conferir se é o seu mesmo. Um momento.” Falou a competente cidadã.

“- Como?! Você vai abrir o meu exame?!”, indaguei porque sou ignorante. É.

“- Sim. Mas, só se a senhora permitir, claro!”. Informou a adolescente.

“- Não, a 'senhora' não permite, viu?!”. Respondi muito educadamente.

“- Então tudo bem. Mas, se não for o seu não nos responsabilizamos.” Retrucou a terrorista de laboratório.

“- Tá, não tenho tempo pra filme de terror, mas vou dar 2 segundos pra você abrir e me entregar, ok?”. Concordei eu com um sorriso doce nos lábios.

E fui para o carro com o envelope nada misterioso nas mãos. Abri, li e... e... Ihhhhhhhhh...! Como assim positivo?! E crise de riso de alegria e nervoso mesmo!

Não fui para casa, fui direto a casa dele. Chegando lá, esperei ele chegar do trabalho e fomos ao shopping e depois a um barzinho que costumamos ir, bem animado (mesmo às segundas-feiras). Os dois com cara de: “Porra! Que massa! É... agora é pra valer! É... e agora?!”

Não que não estivéssemos felizes. Nada disso! É que outra coisa que aprendi nessa história é que: uma coisa é a fantasia, outra é a realidade, meobein!risos... Então, combinamos que não íamos contar a ninguém antes de completar os 3 meses. Isto 5 min antes porque nos cinco seguintes até a família dele do interior (tios, tias, primos, primas, irmão, sobrinhos...) já estavam sabendo!kkkkkkkkk... E assim fomos pra casa: o dois devidamente acompanhados.risos

Sabe... quando a gente planeja algo a gente entra numa ilusão de que vai estar preparado pra tudo, mas isso não existe. Porque a gente nunca vai estar preparado para o inesperado, para o desconhecido. Pode ser que assim resida um pouco do desespero, mas aí mora também a graça da vida: a surpresa! Portanto, não estranhe tais sentimentos porque são eles, os sentimentos que vêm com a certeza mais certa da vida -- a incerteza, que mostram o quanto queríamos o que, inesperadamente, esperávamos de verdade.

Beijos nossos.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

E no princípio... fez-se o princípio!

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Desde novembro do ano passado (2008), eu e meu love decidimos que eu pararia de tomar o Diane-35. Tudo bem, quem deu a idéia foi ele, mas lógico que eu aceitei!risos...

No começo ficamos ansiosos, cada mês a mestruação era uma espécie de visita-icógnita-indesejável [risos], mas o sr. medo também nos acompanhava. Nós, mesmo um casal decido a essa aventura, tínhamos nossos temores: o plano já vai cobrir mesmo? será que vai rolar gravidez logo? a gente vai encarar bem a família, visto que somos um casal ultra-moderno?kkkkkkkkk... Ora, nunca foi nosso plano morarmos juntos e nem casarmos como a maioria planeja. Natural as possíveis cobranças virem à tona!

Mas, enfim... O tempo passou e... nada! Nada até 6 meses depois!!! E, enquanto isso, nossos medos mudaram: será que eu posso mesmo engravidar, ou, a médica falou a real: que até um ano depois de parar o remédio é normal não engravidar?! Já estávamos dispostos a ir num especialista na área, médico de uma amiga minha. Mas tinha ainda alguns meses até completar um ano e resolvemos desencanar por enquanto. Resultado?! Engravidei "sem saber" em maio deste ano (2009)!!! Mas isso merece outro post! risos...

Porém, pra esta nossa experiência eu digo às que vão se engendrar nessa aventura: não se estressem se a coisa não rolar no tempo de vocês! O relógio biológico da mulher é sintonizado com o tempo do bebê, entendem? Quanto mais ansiedade, mais probabilidade de decepção. Aquele velho e bom conselho de médico: "relaxe que você engravida!".

Ah! E pratique MUITO!!! kkkkkkkkkkkkkkk... Ôh, conselhinho bão!

Beijos nossos.